Visitar um museu de história natural foi o suficiente para perceber que hoje somos bem mais bonitinhos. Essa semana não teremos uma crônica funfarrenta, mais sim uma bela poesia, dando razão às borboletas azuis para continuarem a rodopiar por sobre as cabeças dos que mantém seus pés descalços saltitando de encontro à grama úmida, lá lá lá... Essa poesia inicial foi encartada no primeiro disco do Toró de Palpite, aquela banda do sucesso que assim que o 11º mandamento for respeitado tocará na Funfarra para a alegria da espécie. Ela parte de uma série especial denominada "Poemetas", tipo um minuto de sabedoria, para ler e dormir pensando no desenvolvimento abstrato do cosmos enquanto o ser que tudo sabe, menos o que quer, reflete sobre seus atos ao relaxar das pálpebras. Poemeta Cata-Puta É dando que se recebe
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